14 de nov. de 2011

Arte obscura de Anton Semenov

O artista russo Anton Semenov cria imagens fantástica e repletas de surrealismo, além de claro, ter um pé no lado obscuro.Semenov demonstra ter uma grande criatividade, com desenhos que mexem com a imaginação e que causam impressão de terem sido tirados de um sonho ou pesadelo.
Um rosto em desespero formado por um aglomerado de braços e mãos até criaturas sombrias e estilosas fazem parte de seu portfólio.Também é comum a presença de animais, mas de uma forma mais obscura.
Seguem alguns desenhos do artista russo, algumas inclusive, com a imagem ampliada em alguns detalhes:



 




 

















10 de nov. de 2011

Post Mortem: Fotos de pessoas mortas como se estivessem vivas

Antigamente na Era Vitoriana no século XIX, havia um estranho hábito de fotografar pessoas mortas, mas com um pequeno diferencial: como se estivessem vivas. Esse tipo de fotografia é chamado de Post Mortem, que em latim, significa "depois da morte".
Eram criadas armações para sustentarem os mortos de modo a fazê-los ficar com um aspecto mais natural.
Dizem que tudo começou com uma rainha na Inglaterra que ao perder um parente, pediu para que tirasse uma foto do cadáver para guardar de recordação.Muitas famílias na época parecem ter gostado da idéia e também começaram a fotografar fotos dos cadáveres dos parentes e amigos, criando um cenário, de uma forma como se ainda estivessem vivos.Assim, poderiam guardar as fotos de lembrança.
Algumas fotografias surpreendem, pois as pessoas parecem realmente vivas!!
Seguem algumas dessas fotografias:


A moça do meio está morta


A moça do meio está morta


Pai e filho estão mortos








Todos estão mortos!



2 de nov. de 2011

Cemitérios mais estranhos do mundo

Aproveitando o dia dos mortos que fazem muitas pessoas visitarem os cemitérios, gostaria de apresentar algumas curiosidades dos cemitérios mais estranhos do mundo.Muitos deles são bem antigos, alguns tem a lenda de serem mal assombrados e outros já viraram pontos turísticos.


St Louis Cemetery
Um dos cemitérios mais antigos do mundo, o St Louis 1 foi inaugurado em 1789.Ao invés dos corpos serem enterrados, são colocados acima do solo, o que faz parecer uma cidade dos mortos.




 Stamps Cemetery
Também conhecido como Witches Cemetery, ou cemitério das bruxas em português, é possível encontrar marcas como pentagramas nos túmulos.Visualmente não é muito bonito.Não é a toa que é conhecido como cemitério das bruxas, pois dizem que coisas estranhas acontecem por lá.




Josefov Cemetery
Fundado em 1400, esse cemitério de Praga é um lugar onde muitos judeus foram enterrados. Há aproximadamente 12 mil lápides visíveis, entretanto, dizem que tem aproximadamente 100 mil pessoas enterradas nesse cemitério.Por falta de espaço, os corpos eram enterrados em camadas, o que explica essas lápides muita próximas uma das outras.




Resurrection Mary Cemetery
Famoso por histórias fantasmagóricas, esse cemitério em Chicago é conhecido principalmente pelo caso de uma garota que pede carona e quando é deixada no cemitério, misteriosamente desaparece.Dizem que ela foi atropelada próximo ao cemitério.Talvez seja apenas uma lenda para deixar o cemitério mais conhecido.





Les Catacombes
Esse é um cemitério subterrâneo inaugurado no século XVIII em Paris que já virou ponto turístico.O cemitério possui alguns arranjos artísticos como paredes das cavernas com ossos.



La Noria
O cemitério de La Noria está localizado no Chile, e para ajudar em sua fama de mal assombrado, fica em uma cidade abandonada...Também há dúvidas de terem ladrões de túmulos no local, já que alguns ficam abertos com os corpos do defunto totalmente a mostra.




25 de out. de 2011

Pessoas rasgadas: fotos perturbadoras de Giovanni Bortolani

Pessoas com a pele rasgada, perfurada e com as tripas de fora...as fotografias de Giovanni Bortolani são chocantes e altamente criativas. 
O editorial "Falso to Fake"traz homens e mulheres com a pele costurada, sem cabeça e cortes para tudo quanto é lado.
Confiram essas imagens deslumbrantes e perturbadoras de Giovanni Bortolani: